3 dicas simples que farão suas fotografias noturnas mudarem de patamar!!!

Atualizado: 31 de Jul de 2020

Texto: Carolina Engler.

08/07/2020.


Fotografia noturna de um lago.

Fotografia: Luís Arthur Nunes, aluno do Ateliê Cromo



Fotografar à noite pode parecer muito complicado para os iniciantes, mas tenho algumas dicas simples que vão te ajudar a lidar com essa situação. No curso de fotografia aqui no Ateliê Cromo em Campinas / SP percebemos que essa questão também é recorrente entre nossos alunos.


Em primeiro lugar é necessário perder o medo de usar velocidades baixas de obturação. Os iniciantes sofrem com as fotos tremidas e muitas vezes demoram a dominar o congelamento da imagem. De forma que usar velocidades baixas de obturação causam um certo trauma. Só esquecem que não é a longa exposição em si que causa a foto tremida, mas a longa exposição sem o uso do tripé. Para fotografar paisagens noturnas não tem como escapar de usar o tripé e usar velocidades lentas de obturação.


Em segundo lugar faça experiências de ajuste do balanceamento de branco. À noite, por conta da variedade de fontes de iluminação podemos produzir imagens completamente diferentes só mudando o programa de balanceamento de branco da câmera. Para quem fotografar em RAW é possível inclusive revelar várias versões da mesma imagem com mais de uma opção de WB.


Fotografia noturna em uma noite de chuva de uma cidade. Aparece na imagem uma banca de jornal, algumas pessoas e um funcionário da setransp.

Fotografia: Sônia Ferreira, aluna do Ateliê Cromo


Para concluir, vou fazer uma revelação bombástica: Quem falou que é necessário zerar o fotômetro da câmera? É uma informação surpreendente para os iniciantes que passam por um longo treinamento para zerar o fotômetro - aliás, treinamento este indispensável e os alunos do Ateliê Cromo também passam por ele. Só que por conta da característica de iluminação noturna, zerar o fotômetro já não é a melhor estratégia. Com áreas bem iluminadas e outras na penumbra as vezes é mais interessante subexpor e, mais frequentemente, superexpor a cena. Cada fotógrafo vai através da experimentação chegar a um "padrão" pessoal... Eu, normalmente, prefiro as superexpostas. Contudo, não é uma regra, mas uma tendência.



Um grande abraço e até o próximo post!!!

Carolina Engler

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